COMO MOBILIZAR MENTE E CORPO DO CONSUMIDOR – III

Estes estímulos vão desde recursos utilizados nas mais variadas mídias que são utilizadas nos diversos veículos ( e que cientes estamos de que uns são mais atrativos e chamam mais a atenção do que outros, por diversos fatores, bem como para cada produto/serviço, necessita escolher a mída adequada, pois aí temos um público alvo a ser direcionado um conjunto que tendo como objetivo dar certo e vender, envolve: estímulo > veículo > mídia > resultado > venda.
Também devemos aqui lembrar e ressaltar as atividades mercadológicas voltadas para a contínua exposição/apresentação do produto/serviço e ações direcionadas ao ponto de venda, além do que não podemos deixar de citar as variadas ações promovidas junto aos clientes, que podem ser no ponto de venda ou não, diretamente com contatos, de maneiras infinitas, que tem como meta principal atraí-los e fazer com que o meu, o seu produto/serviço seja por uam série de razões aqui mostradas, a opção de escolha para consumo na mente do consumidor e no ponto de venda, ressaltamos aqui a teoria de reforço passado a qual esta dentro do processo de Ativação de Compra, os quais foram armazenados na mente do ser humano através do processo de comunicação que ele possui com o mundo.
O ser humano possui hoje poucas possibilidades de não ser estimulado, pois tudo ao seu redor leva à isso. Somos estimulados em situação diversas, nas várias fases e idades da vida, dentro dos mais diferentes contextos situacionais e culturais, vivemos em um mundo onde os estímulos são infinitos e vêm cada vez mais sendo inovados e renovados, como consequência natural do tempo de vida do estímulo, como da necessidade de revitalização dos mesmos.
Os investimentos e ações utilizadas para entender e compreender o comportamento humano no processo e ato de compra vem cada vez se aprimorando, sendo estudados e analisados, assim nós consumidores “normais“, “leigos” e “inocentes”, nos encontramos sozinhos frente a estudiosos de áreas das mais variadas áreas, os quais possuem base científica para “manipular” a nossa mente/comportamento. Profissionais das área de motivação, psicologia, sociologia, publicidade e propaganda, marketing, pesquisadores sociais, comerciantes e empresários e uma gama de profissionais que estão de um lado do processo mercadológico, que é o lado que pede e exige que o seu produto seja escoado e divulgado, para um público Qua já sabemos que irá aceitá-lo, pois as pesquisas indicam isto e sendo assim, este diversidade de estudiosos lançam mão de artifícios que agregam valor, estimulam o interesse, criam novas necessidades, geram desejos e fazem eu e você comprar, comprar e comprar.
Ressaltamos que todos estes que se encontram empenhados nestes objetivos também fazem parte do mundo do consumo e que estão dos dois lados da moeda e que em muitos e muitos momentos são levados pelos estudos, estímulos e armadilhas que eles próprios criaram para visgar o consumidor que em muitos momento passa a ser consumido ou consumista.
Estas influências são tão fortes e estão tão prsentes em nossas vidas/família que somos capazes de não pedir e nem chamar o produto pelo seu real nome e sim pelo poder que tem a marca sobre nós, por exemplo:
 ao invés de pedirmos maionese, pedimos …;
 ao pedir para alguém tirar ou temos em casa uma cópia, nos referimos a este com o nome …;
 no caso do sabão em pó, pedimos ..;
 com relação a margarina, falamos …;
 no caso de lâmina de barbear, pedimos….
 E assim as marcas vão ocupando espaço em nossa mente, comportamento, casa e família e estamos quase que virando marcas.
Conheço várias pessoas que chegam a serem apelidadaa por determinados produtos de tanto o utilizarem e fazerem questão a té Ter brigas gigantescas em casa se oputra marca for comprada.
Por exemplo:
 tenho uma conhecida que a chamam de MARGARINA X, pois para ela tudo só pode ser feito se usar MARGARINA X;
 conheço um homem que só é chamado de FORD, pois só compra carros desta marca e onde anda fala da FORD, e o dono nem sabe disso, propagadna gratuita.
E, por aí vai o poder que as marcas possuem em nossa mente e vida.
Então questionamos: COMO LIDAR COM ISTO TUDO? QUE CONTROLES PODEMOS TER? COMO EVITAR? ATÉ QUE PONTO É SAUDÁVEL? ATÉ QUE PONTO ESTAS INFLUÊNCIAS PREJUDICAM OU NÃO O CONSUMIDOR?

Ana Rique – http://www.anarique.net

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